MP abre crédito extraordinário de R$ 20 bi para compra de vacinas contra a Covid-19

 Segundo o governo, 49,6 milhões de pessoas serão vacinadas nas três primeiras etapas do plano


Alex Pazuello/Prefeitura de Manaus
Saúde - doenças - coronavírus pandemia índios testagem (vacinação de indígenas contra influenza e testes de Covid-19 no Parque das Tribos, Manaus-AM)
Entre os grupos prioritários para vacinação estão os idosos e os indígenas

Foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União de quinta-feira (17) a Medida Provisória 1015/20, que abre crédito extraordinário de R$ 20 bilhões, em favor do Ministério da Saúde, para a compra de vacinas e para a imunização da população brasileira contra a Covid-19.

Ainda que precise de aprovação do Congresso Nacional, como a medida provisória entra em vigor imediatamente, na prática, os recursos já estão disponíveis para a compra de vacinas, seringas, agulhas e para a logística e a comunicação necessários para a vacinação.

Vacinas disponíveis
Ao anunciar o plano nacional de imunização contra a doença, na quarta-feira (16), o governo federal informou que prevê o início da vacinação para fevereiro e que pretende usar todas as vacinas com uso emergencial aprovado ou registro definitivo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), incluindo a CoronaVac, produzida pelo laboratório chinês Sinovac, em parceria com o Instituto Butantan.

Entre outras vacinas citadas pelo plano estão a vacina de Oxford, a Pfizer BioNTech, a Bharat Biotech, a Moderna e a Janssen, além das que serão disponibilizadas por meio do consórcio da Covax Facility, da OMS (Organização Mundial da Saúde).

Grupos prioritários
Segundo o governo, 49,6 milhões de pessoas serão vacinadas nas três primeiras etapas do plano. Entre os grupos priorizados estão:

  • trabalhadores da área de Saúde;
  • idosos (acima de 60 anos);
  • indígenas;
  • pessoas com comorbidades;
  • professores (do nível básico ao superior);
  • profissionais de forças de segurança e salvamento;
  • funcionários do sistema prisional;
  • comunidades tradicionais ribeirinhas;
  • quilombolas;
  • trabalhadores do transporte coletivo;
  • pessoas em situação de rua; e a
  • população privada de liberdade.

Fonte: Agência Câmara de Notícias



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About Julio Take

Júlio Take, nasceu em Maringá-Paraná em 1967. Teve a primeira experiência profissinal em 1986, no O Jornal de Maringá. após essa primeira experiencia, trabalhou um tempo em Cascavel e Foz do Iguaçu. Após alguns anos militando na imprensa da região oeste do estado do Paraná, foi convidado a integrar a equipe da Agência de Notícias News.

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