Vandalismo exige prevenção e alerta: é crime


Atos de vandalismo em instalações públicas seguem como outra frente de prevenção que mobiliza a gestão municipal. Os ′meus campinhos′ têm sido vítimas frequentes. Interditados como medida preventiva ao coronavírus, no contexto da iniciativa para promover o isolamento social, a maioria já sofreu algum dano. Das 19 unidades prontas (16 já entregues), 10 tiveram portões arrombados, alambrados cortados, redes destruídas e bancos quebrados

Escolas municipais e Centros de Educação Infantil (CMEIs) também não são poupados. As unidades são monitoradas por segurança privada. Mesmo com sistema de alarme e sensores de movimento, vândalos tentam entrar nas instalações destruindo cercas e portas. O tempo de reação da segurança, em média de 15 minutos após disparo do alarme, os ataques costumam deixar estragos. Flagrados, Guarda Municipal é acionada e suspeitos encaminhados para delegacia.

Furtos de fiação elétrica também são frequentes. Recentemente, a recém-instalada iluminação em LED em trecho da avenida Gastão Vidigal foi levada e caixas de controles destruídas. O prejuízo foi estimado em R$ 5 mil. Outra situação de furto ocorreu no Viveiro de Mudas Comunitário. Um dia após a inauguração do local, cinco mudas de coqueiros foram furtadas. Mudas de árvores também costuma ser destruídas após o plantio. 

Você sabia?
Danificar o patrimônio público é crime previsto no artigo 163 do Código Penal Brasileiro. A Pena pode variar entre multa ou detenção de 6 meses a 3 anos. As denúncias podem ser realizadas pela Ouvidoria Municipal (156) ou Guarda Municipal 153.

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Julio Take

Júlio Take, nasceu em Maringá-Paraná em 1967. Teve a primeira experiência profissinal em 1986, no O Jornal de Maringá. após essa primeira experiencia, trabalhou um tempo em Cascavel e Foz do Iguaçu. Após alguns anos militando na imprensa da região oeste do estado do Paraná, foi convidado a integrar a equipe da Agência de Notícias News.

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