Justiça paraguaia nega pedido de prisão domiciliar para Ronaldinho e Assis


Foi negado, nesta terça-feira (10), pela Justiça paraguaia o pedido da defesa de Ronaldinho Gaúcho e seu irmão Roberto de Assis para que a  prisão preventiva fosse para o regime domiciliar.
Os advogados de defesa apresentaram um imóvel de um terceiro no valor de US$ 800 mil como garantia para que o juiz Gustavo Amarilla aceitasse a prisão domiciliar, mas foi considerado insuficiente.
Os dois estão detidos desde a noite de sexta-feira na penitenciária Agrupação Especializada da Polícia Nacional, em Assunção, suspeitos de utilização de passaportes falsos para entrar no país.

Funcionários detidos

Foram presos ainda, na manhã de hoje, no Paraguai, três funcionários da Direção Nacional de Aviação Civil e Migração, que permitiram a entrada do empresário Wilmondes Sousa Lira, do ex-jogador de futebol Ronaldinho Gaúcho e de seu irmão e empresário Roberto de Assis Moreira, todos com documentos falso. As informações foram confirmadas pelo promotor federal Federico Delfino.
Os três se juntam a Jorge Rodrigo Villanueva Torales (35), um funcionário do Dinac que permitiu o acesso a Wilmondes Souza Lira em 26 de fevereiro, já com documentos contendo conteúdo falso, que havia sido preso na noite desta segunda-feira.
O promotor Delfino disse ainda que já foi localizada a pessoa que teria sido a chave para a adulteração dos documentos. E garantiu que já foi expedido um mandado de prisão a ser executado em breve.
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Julio Take

Júlio Take, nasceu em Maringá-Paraná em 1967. Teve a primeira experiência profissinal em 1986, no O Jornal de Maringá. após essa primeira experiencia, trabalhou um tempo em Cascavel e Foz do Iguaçu. Após alguns anos militando na imprensa da região oeste do estado do Paraná, foi convidado a integrar a equipe da Agência de Notícias News.

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